Sou filha da brisa do vento e do sol.
Sou o bater das asas de um pássaro a caminho de seu destino.
Sou o perfume da planta do mato que cresce a margem de um rio.
Sou o barulho das ondas do mar em noite de lua cheia.
Sou a flor do campo que nasce sem o cuidado do jardineiro, simplesmente brota.
Sou o despertar da floresta quando o dia vem clareando.
Sou o doce da água da cachoeira, que transparente,
desliza por entre as rochas e segue um riacho qualquer.
Sou o caminhar solitário da gaivota na pedreira molhada ao cair da tarde.
Sou o lamento da chuva que cai mansa nas tardes de Primavera.
Sou o canto do pasto deitando dourado sob o vento e o calor do verão.
Sou o silêncio das árvores permitindo o adeus das folhas no outono e no inverno.
Sou a dança das cores, a magia da vida que nasce lá fora, vive, adormece e renasce.
Volta cumprindo a missão de acordar e transformar tudo outra vez.
Sou filha dessa natureza que sussurra pedindo para que eu não esqueça,
de onde eu vim, porque vim, e quem sou.
Sou o perfume da planta do mato que cresce a margem de um rio.
Sou o barulho das ondas do mar em noite de lua cheia.
Sou a flor do campo que nasce sem o cuidado do jardineiro, simplesmente brota.
Sou o despertar da floresta quando o dia vem clareando.
Sou o doce da água da cachoeira, que transparente,
desliza por entre as rochas e segue um riacho qualquer.
Sou o caminhar solitário da gaivota na pedreira molhada ao cair da tarde.
Sou o lamento da chuva que cai mansa nas tardes de Primavera.
Sou o canto do pasto deitando dourado sob o vento e o calor do verão.
Sou o silêncio das árvores permitindo o adeus das folhas no outono e no inverno.
Sou a dança das cores, a magia da vida que nasce lá fora, vive, adormece e renasce.
Volta cumprindo a missão de acordar e transformar tudo outra vez.
Sou filha dessa natureza que sussurra pedindo para que eu não esqueça,
de onde eu vim, porque vim, e quem sou.
Rita Maidana





Nenhum comentário:
Postar um comentário